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O BURACO DA FECHADURA

rabiscos, escrevinhações, achismos e outras bobagens

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ASTROS EM FÚRIA- A loucura como cura


Logo eu, tão cético, me rendendo ao misticismo.


Em tempos de sexta-feira 13, eclipse anular e outras ocorrências esotéricas/astronômicas a fita do Bonfim partiu de vez.


Sem promessas realizadas, sem milagre a vista, apenas o laço rompido.


Afinal, “a sorte é um mantra diferente”.


Esqueça o “se fosse, se antes não fosse, se agora fosse, mudaria alguma coisa no final?”.


Só siga em frente.


“Lá vai ele e o seu terno amor”.


Também esqueça o simbolismo desta época meio macabra, meio sinistra, com dia que se fechou em escuridão.


Sabotagem até dos astros que, tradicionalmente, dão luz.


“Tudo passará.”


Se ainda falta brilho, há busca por outras constelações solares, solares...


“Um dia de sol, milhões de mundos no olhar”.


Onze, 12 de outubro, sexta-feira 13, sábado eclipsado.


Apenas dias, de outros “anos de esmola espiritual”.


Aquela mistura de “mandingas e segredos de alquimia”.


Não, não.


Não sou místico, lembra?


Terreno demais, “só sei ser inteiro, não sei ser pela metade”.


Entrega total.


Mas, tateando, escolhendo melhor os pontos de salto do livre mergulho.


Avante, decifrando labirintos.


Fazendo “dança diferente” e na loucura me curando.


“A gente vai seguindo em frente”.


Este texto é uma colagem de 3 músicas baianas muito intensas a mim. “Dança Diferente”, “Mantra” do Maglore (que aportou de novo aqui por Jampa dia desses, em meio aos fenômenos ocultos) e “Doze de Outubro” do Cascadura.


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