O BURACO DA FECHADURA

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  • marcosthomazm

ATÉ OS ASTROS CONSPIRAM A FAVOR DO NORDESTE


Vocês não creem N´eu, mas o processo de independência do Nordeste segue a pleno vapor...


Até as forças da natureza entraram para valer na causa!


Esse povo nordestino é tão místico, conectado a outras esferas que cansou de movimentos terrenos como 02 de julho (Independência da Bahia), ou a Revolução Pernambucana.


Agora é terremoto, meteoro, vale tudo para nos apartar desta patifaria nacional.


Mas calma que foi só ensaio, cabem ajustes, refazer cálculos. Essas coisas de latitude e longitude e tal...


Um mês depois da Bahia “balançar a porra toda”, requebrar até o chão, literalmente, lógico que Pernambuco não podia ficar por baixo!?!? (Opa!)


Mas dessa vez os sempre orgulhosos pernambucanos exageraram na dose: meteorito no sertão??


Vejam vocês, a remota Santa Filomena, que mal vê água cair do céu, se deparou logo com chuva de meteoritos!


Reza a lenda que foi teste para um projeto maior nas divisas dos estados nordestinos, causando a ruptura com outras regiões e deslocando o Nordeste para flutuar livre no atlântico.


Quase um cruzeiro de “Paraíbas”. Só joinha! Puro lazer.


Fato é que “Filó City” assistiu ao inusitado festival de rochas caindo do céu. Material vagando pelo universo desde a época da formação do sistema solar (vão ser competitivos assim lá em Pernambuco!?)


Além da demonstração de força transcedental, atraindo matéria espacial para essa nobre missão de Independência nordestina, a região dá claro exemplo de criatividade para geração de emprego e renda: fragmentos dos meteoritos foram vendidos por 40 reais o grama, movimentando a economia da cidade.


Portanto amigos esqueçam Hollywood, cinema americano e toda pirotecnia ficcional: aqui no Nordeste a gente mistura na vida real Independence Day e Armaggedon em um roteiro só!


Ah, mas para não deixar o ego pernambucano inflar ainda mais, como bom baiano, quero apenas frisar que o maior meteoro já registrado em solo brasileiro permanece sendo o encontrado no sertão da Bahia, no século XVIII, com peso de 1 tonelada.

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