O BURACO DA FECHADURA

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  • marcosthomazm

No meu tempo não tinha herpes na TV ou crônica de comentarista sexual de BBB

Atualizado: 7 de mar.


Tem horas que é inevitável aderir aquela máxima, típica de velho inconformado.


-Mas você está ficando velho mesmo. Grita o jovem gaiato.


É. O tempo é implacável, mas estou menos ranzinza e não vejo Apocalipse em tudo.


Fato é que há situações que não conseguimos fugir daquelas exclamações clássicas e rasas:


"O mundo está perdido mesmo."


"Está tudo virado, tudo de cabeça pra baixo"


“No meu tempo não era assim”


Vejam vocês...


O maior pegador, o terror do edredom do mais assistido programa da TV brasileira atualmente é um cara com herpes.


O macho alfa, exalador de lascívia, o próprio feromônio envasado na tal casa mais vigiada do Brasil é um insaciável cidadão com doença transmissível e, pior, ativa.


Ok, ok, não se trata de preconceito com a doença. Herpes é altamente contagiosa e a maioria das pessoas tem, sem sequer desconfiar. Não se espante. Estima-se que 90% da população brasileira tenha sido contaminada em algum momento.


Pois boca todo mundo beija, ou beijou em larga escala, né?


Venha pagar de puritano (a) não.


Teu passado e, talvez, presente, te condena!


Mas o cara tinha uma ferida aberta...


É como virar para o vírus e dizer:


“Vem ni mim”


Sei lá, cada um com seu gosto.


Beijou quem quis, conscientemente, e cá estou eu, de fiscal da pegação alheia.


Pior, comentarista sexo-comportamental de Big Brother Brasil.


Arrumar o que fazer que eu ganho mais, mas que “alguma coisa está fora da ordem”, está...


Pega a visão!

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