O BURACO DA FECHADURA

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  • marcosthomazm

O MILAGRE DA CONVOCAÇÃO PARA A COPA QUE UNIU O BRASIL!


Lista de convocados da seleção brasileira para a Copa sem chiadeira, sem desonra a todas as gerações do técnico, ou excomungação religiosa do dito cujo e todo tipo de maldição a vossência, não é Brasil!


Torcedor indignado pela exclusão dos jogadores que vestem as cores do seu time, tietes de boleiro de toda ordem dando xilique, amigo de infância, primo de quinto grau, até a mãe do rejeitado vai pro Orkut, digo “tuíte”, protestar.


É um “Deus nos acuda”.


Como diria minha vozinha, “menino, gato e cachorro” fazendo algazarra e aumentando a chorumela.


Fato é que, diante deste histórico, a lista de Tite para a Copa do Catar quase passou ilesa ao barulho da turma do amendoim, “Geraldinos” e bancada em geral.


Eu disse quase...


Os 200 milhões de técnicos de ocasião nacionais não perdem a chance de “botar a boca no trombone”.


É o esporte predileto brasileiro.


Reclamar e dar pitaco em convocação, escalação, esquema de jogo.


O cara não sabe nem onde fica o ataque, para que lado faz gol, alguns conhecem meia dúzia de jogadores, outros tantos até entendem, de faro, mas bom mesmo é reclamar...


Claro tem ainda os influenciadores atrás de engajamento, filhos da linhagem do jornalismo esportivo polemista, cheio de fórmulas mágicas e que ainda estão por aí, por aqui.


Mas se teve uma coisa que Tite conseguiu foi unificar esta nação fragmentada, quase estilhaçada em torno de uma convicção:


-Daniel Alves, nãããaõooo...


Além do absurdo da convocação, mais contrangedora ainda foi a coletiva para tentar justificar o injustificável.


Com a batata quente nas mãos, Tite logo passou a palavra a um, dois auxiliares.


Arrudeio à parte, coube a César Sampaio, de forma indireta apresentar as motivações óbvias.

Daniel Alves vai integrar o grupo como coach motivacional, “cara de grupo”, líder emocional, brother da resenha.


Dois meses inativos, após alguns outros de atuação medíocre no Pumas do México.


Trinta e nove anos de idade.


E com um Rodinei voando, Agenor?


Brincadeiras com o simpático Rodinei à parte...


Sim, no campo, na bola que Tite tanto exalta e diz ser critério principal, o humilde ala flamenguista, ou qualquer outro lateral direito, hoje, seria mais justificável que o Daniel Alves.


Me desculpem as viúvas do quase “ex-jogador”, maior ostentador de títulos da história do futebol, grande lateral baiano, marcado na história etc e coisa e tal.


Mas o tempo passou para Daniel, como passa para todos.


O Daniel “fresco na memória” dos brasileiros é aquele, no máximo mediano, desde o fracasso na volta ao futebol brasileiro com o São Paulo.


Só sobrou o lado palestrinha de um tabaréu (como a gente diz na Bahia e como eu sou, vale frisar), que saiu do interior e apenas por ter vivido em vários países, falar algumas línguas, ter contato com outras culturas, se acha instruído.


Viveu, conviveu e mal absorveu.


Tem mais eloqüência que a média do boleiro brasileiro, mas fala besteira para mais de metro sobre qualquer assunto.


Mas isso é o que eu, penso, acho.


Voltando a convocação...


Para animador de concentração deve servir, assim como para agradar o “parça” Ney, com certeza agente direto da sua convocação, além da afinidade do próprio Tite com o Dani.


Sobre as outras queixas como Gabigol...


Não há, absolutamente, nada fora da curva.


Assim como o artilheiro flamenguista, o mais citado dentre os ausentes, também poderia compor o elenco, todos os convocados estão em altíssimo nível nos seus clubes, em ligas de grande competitividade.


O resto é o direito de reclamar tradicional dos treinadores de sofá do Brasil.


Se ganhar lança-se o velho #nuncacritiquei, se perder é terra arrasada e assim segue o jogo!

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